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domingo, 29 de novembro de 2009

Why so serious?

Não acredito naqueles que se levam a sério 100%. Nem naqueles que não levam nada a sério. Esta foto é um retrato simples, sem produção, da minha filha. Na verdade imaginei uma caricatura dela quando produzi a foto. Ainda bem que ela tem um humor parecido com o meu.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Parecido não é igual

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Na criação da fotografia, imagens idênticas muitas vezes têm leituras diferentes pelos detalhes que carregam. Na fotografia editorial isso acontece em diversas situações: mãos gesticulando, olhares diferentes, expressões antagônicas e outros pormenores carregam para a imagem uma leitura única.

Fui chamado pela Editora Price para produzir fotos do consultor Mauro Pacanowski, profissional que há vários anos atua no segmento farmacêutico: da indústria ao varejo. Já conhecia o entrevistado de outras ocasiões e eventos. Nos momentos que tive a oportunidade de trocar idéias com ele, me impressionou a coerência de suas colocações, mesmo quando dissonantes com o senso comum.

Viviane Massi, a jornalista responsável pela matéria, me orientou para captar o gestual do Mauro durante a entrevista e procurar evitar as fotos posadas.

Guia da Farmácia - fotos Humberto Teski
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quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Power Puff Girls (As meninas Superpoderosas)

Tathiana

Raquel

Viviane

Retratos rápidos em dia de evento (tive que fazer as fotos em 10 minutos ou menos). Tathiana (minha esposa) e nossas amigas Raquel e Viviane.
Fotos rápidas também podem ser divertidas e com um resultado final bastante interessante.

domingo, 12 de outubro de 2008

Umas imagens para reviver o blog

Estou um pouco afastado do blog.
Por isso, sem delongas, apenas imagens.

São três fotos simples. Retratos diretos como eu gosto.
Espero que você também.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Será que ele vai com a minha cara?

Modelo: Hebrom
Fotografar retratos é realmente minha paixão. Mais do que uma atividade profissional é um exercício de comunicação com o fotografado, onde posso exercer uma visão pessoal sobre o objeto de registro da imagem.
Quando o assunto é retrato infantil o assunto é complicado, ainda mais com crianças muito pequenas. Não podemos utilizar uma conversa para tentar identificar seu perfil. Crianças pequenas respondem a estímulos de maneiras diferentes.
Algumas são introvertidas, outras teimosas, outras sentimentais e por aí vai. E, para piorar, temos aquelas que não vão com a cara do fotógrafo.

Hebrom foi fotografado em um momento mais tranqüilo, pois no início só ao ver meu perfil ele saía imediatamente em direção oposta. Depois de muito tempo e com a ajuda da minha filha (que fazia palhaçadas toda vez que o flash disparava) consegui a atenção e, até mesmo, risadas do nosso pequeno modelo.
As fotos, como podem ver na pequena amostra aqui postada, varia entre a seriedade ao humor solto. Quando isso acontece, sinto uma sensação de que consegui registrar uma bela etapa de vida que, com o passar do tempo, será apenas uma boa memória quando ele estiver maior.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Capturando almas

Cliente: Editora Price
Reza a lenda que aborígenes, ao se depararem pela primeira vez com a fotografia, acharam que ela era um instrumento para capturar a alma dos incautos modelos. De uma certa forma, o fotógrafo que empreende a captura de retratos tenta algo parecido: capturar a "alma", ou melhor, a atitude do fotografado.
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Fui contratado pela Editora Price para fotografar um dono de farmácia. Já o conhecia e foi muito tranqüila a sessão. Mesmo contando com a paciência do modelo, em fotografias de empresários é de bom tom realizar uma sessão rápida, pois empresários são pessoas que SEMPRE tem mil obrigações para resolver.

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Fiz algumas fotos dentro do escritório, além da área interna da farmácia e uma foto fora, pegando a fachada. Ainda não foram utilizadas pela editora, por isso não postei a utilização delas no Guia da Farmácia (revista editada pela Price).
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